O Espiritismo precisa…
Nos centros doutrinários:
de amigos do bem e da verdade, que saibam exemplificar a compreensão e a boa vontade para o soerguimento de todos, através da elevação de si próprios.
Na ciência:
de investigadores e estudiosos, que unam o raciocínio e o sentimento, elevando o coração ao nível da inteligência.
Na política:
de legisladores e administradores dignos, que não menosprezem o sacrifício pessoal, habilitados a criar mais altos padrões de caráter para a mente do povo.
Na imprensa:
de jornalistas humanos, construtores do bem e adversários do escândalo, livres da influência financeira, a serviço do bem geral.
No magistério:
de professores devotados, que possam plasmar a alma da infância e da juventude nas linhas eternas do ideal superior.
Nos lares:
de pais e mães consagrados à missão que esposaram, de filhos e irmãos que se auxiliem, reciprocamente, no testemunho leal da comunhão fraterna.
Nas organizações de trabalho:
de cooperadores que se honrem no cumprimento do dever, dedicados ao progresso e ao aperfeiçoamento, para a justa exaltação da dignidade do serviço.
No campo:
de colaboradores da natureza, de amigos sinceros do solo, das plantas e dos animais, que, semeando e ajudando alegremente, se façam intérpretes dos propósitos divinos.
Na arte:
tradutores fiéis da bondade e da beleza, que auxiliem o pensamento a escalar os mais altos cimos da vida.
Na mediunidade, na pregação, na propaganda:
de corações corajosos e confiantes, conscientes de suas responsabilidades e fiéis aos seus compromissos com o Infinito Bem, que se expressem com os atos, acima das palavras, plenamente integrados na execução das boas obras, a fim de que o Reino do Senhor se estabeleça, em definitivo, na Terra, assegurando a felicidade dos homens para sempre.